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Grande mídia: uma torcida organizada pelo genocídio político

A imprensa chegou ao seu extremo: apresentar hordas truculentas das torcidas organizadas como defensores da democracia e famílias de verde-amarelo como perigosos fascistas

“Ai daqueles que ao mal chamam bem, e ao bem, mal,
que mudam as trevas em luz e a luz em trevas,
que tornam doce o que é amargo, e amargo o que é doce!”

(Isaías 5, 20)

Com conflitos internos, torcidas planejam novo ato pró-democracia
De 2013 para cá, o velho mito esquerdista de que a grande mídia seria uma instituição “de direita”, uma vez que bancada por magnatas capitalistas, foi cabalmente desmentido.

Na medida em que a massa popular conservadora ia se insurgindo e impondo pela pressão das ruas sucessivas derrotas ao estamento comunopetista, a imprensa, que até ali se travestia com o manto branco da sagrada isenção, vendo-se mafiosamente obrigada a salvar a honra dos seus chefes e a sua própria — uma vez que a cumplicidade com a bandalheira assassina do Foro de São Paulo ficava indisfarçável —, essa imprensa precisou rasgar de pouco em pouco o manto cenográfico da imparcialidade até que na corrida eleitoral de 2018, sem saber onde enfiar a cara, quedou totalmente exposta, em praça pública, só com uma regatinha baby look do PT, uma tatuagem de cadeieiro do Che Guevara, um piercing no umbigo com o tradicional punho cerrado, e uma tanga de renda vermelha estampada com a foice e o martelo.

Com sua indecência revelada, a essa meretriz xexelenta — que tanto mais era desprezada, mais estrebuchava com indignação de puta ofendida — restava justificar seu viés apelando à urgência cívica de combater o novo presidente e seus correligionários sob a alegação a um tempo cínica e histérica de que eles não eram pessoas normais lutando pela saudável alternância no poder, mas perigosos nazifascistas às portas de acabar com a ordem democrático-institucional e transformar o país num grande campo de extermínio.

Logo a grande mídia, essa quenga apaixonada por gente como o Lula, sujeito aliançado com as FARCs — portanto, com o Comando Vermelho e o PCC —, homem que fez tudo que estava ao seu alcance para comprar as instituições e instrumentalizá-las não só em benefício próprio — como querem alguns liberais —, mas para manter abastecida toda uma escória de narcoditadores, como os Castros, Evo e Maduro, de modo a formar na América Latina não só uma liga de tiranos perpétuos e abastados, mas um braço forte à serviço do imperialismo chinês, o mais bem sucedido estado fascista que jamais existiu, dos únicos lugares do mundo onde ainda funcionam campos de extermínio.    

Trocando em miúdos, a grande mídia apelou, como sói aos comunistas desde 1848, à inversão diabólica da realidade.

Mas de uma coisa o diabo sabe bem: a mentira com a qual ele nos ilude e nos corrompe precisa ter, caso se pretenda eficaz, um certo núcleo de veracidade, algum aspecto do mundo real que o mentiroso possa apontar para que sua lorota, por cabeluda que seja, passe pelos critérios mínimos de verossimilhança que até mesmo o mais tolo dos homens exige para ser tapeado.  

E as mentiras que a mídia contou neste domingo não cumpriram esse requisito fundamental.

Ontem, os canais mais importantes da imprensa noticiaram, nas fuças de todas as famílias brasileiras, que hordas truculentas de torcedores de futebol, homens saídos das arquiconhecidas gangues uniformizadas, marchando em trajes pretos — como os Camicie Nere do Mussolini e a Schutzstaffel do Hitler —, com porretes nas mãos e gritos ameaçadores na ponta da língua, a mídia disse que esses jagunços estavam lutando pela democracia contra os fascistas de meia-idade e camiseta da CBF incapazes de quebrar uma lata de lixo nas suas costumeiras manifestações dominicais.

Nem o nosso mais apalermado concidadão, nem o mais inocente e crédulo brasileiro, da cidade ou do campo, das praias ou dos ermos, caiu nessa conversa.

Quer dizer, em alguma medida, o evento de ontem fez com que a mídia rompesse a esfera da mentira e a obrigou a fazer uma adesão sincera, indisfarçável, de peito aberto à quebradeira geral, ao espancamento de opositores, à criminalidade política no seu estado mais selvagem.

Aliás, ainda não ainda o mais selvagem. Os Antifas — antifascistas —, como se autointitula a horda de Camisas Pretas ao dispor da elite político-jurídico-midiática, podem ser tranquilamente chamados de pré-fascistas, o grupo que prenuncia a imposição oficializada do totalitarismo fascista. Pois a intenção de quem é que tenha orquestrado essa primeira declaração aberta de violência é intimidar o conjunto de cidadãos pacatos, pais e mães de família, e desestimular pelo medo as mesmas manifestações populares, pacíficas e ordenadas, que tanto prejuízo causaram ao PT e seus cupinchas.

Dito de outro modo: como o povo conservador não se calou na base da conversa fiada dos jornalistas, que se cale na base da porrada pura e simples.

E se nada disso funcionar, os passos seguintes são: a criminalização da opinião — que já avança a passos largos —, a prisão política em larga escala, o gulag, o Paredão, o genocídio político. Ou seja: o fascismo nu e cru, sem meios-termos, sem intermediários.

(Vale ressaltar que no fascismo real — tipo o chinês — a rameira midiática, depois de muito estuprada pelos líderes-cafetões, caso se faça de orgulhosa e reclame dos maus tratos, também vai pra vala-comum, sem choro nem vela).

É neste limiar que estamos.   

Fonte: https://brasilsemmedo.com/grande-midia-uma-torcida-organizada-pelo-genocidio-politico/

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